Blogui du willxu


Domingo , 29 de Abril de 2007


     Sentimentos são umas coisas interessantes.    Aquela coisinha que vem lá de dentro de repente, sem avisar, e quando você percebe, já tomou conta de você.    E não estou falando de nenhum sentimento em específico.    Qualquer sentimento, bom ou ruim.    Somos um poço de sentimentos.    Ou seria melhor dizer, uma criação de sentimentos ambulante.

     Já assistiram aquele desenho do pokemon ?    Pois é.    Tenho a impressão que nossos sentimentos vem dentro de cápsulas iguais as dos pokemon.    Quando a gente precisa liberar um, a gente pega a cápsula, joga, e grita o nome do sentimento.    “Ira, ao ataque !!!”, ou ainda “ Alegria, contagiar !!!”,
como
se fossem nossos guerreiros pokemons.

     O problema dos nossos guerreiros pokemons é que eles são rebeldes, e por vezes indomáveis.    No final da história nós é que acabamos nas mão dos nossos sentimentos.    Mas não deveria ser assim.    Somos os mestres.    Isso é contrariar a hierarquia.    Somos os donos dos nossos sentimentos, e não o contrário.    Mas deixa isso pra lá.

     Voccê já conhece a última praga virtual existente ?    Ela foi descoberta recentemente pela Americanas.com.    Se você receber algum pedido para adicionar no orkut de um tal de Tibúrcio Tico-tico Noteutico, não aceite.    Ele é um hacker radicado em algum lugar da cordilheira
Pamir
, no Paquistão.    Se você adicionar Tibúrcio na sua lista, o seu HD vai ser completamente destruído, seu pc vai se auto-destruir em cinquenta segundos após o término deste post, seu casamento vai se desfazer, seu filho vai chamar o vizinho de papai, você perderá o emprego, e você não entrará no céu quando morrer de Aids.    O vírus que o Tibúrcio é realmente perigoso, por isso envie essa mensagem para todos na sua lista de amigos.    Alguns provavelmente vão repassar essa sua mensagem, outros vão simplesmente deletar, e uma grande maioria vai amaldiçoar todas as suas futuras gerações por ficar repassando esses malditos spams ao mesmo tempo em que fornece o endereço de e-mail para spammers encherem a caixa de mensagem deles de propaganda.

     “Ira, atacar !!!”

Escrito por ## willxu ## às 7:24 PM
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Quinta-feira , 26 de Abril de 2007


     A doutora Ana Claudia é um amor de pessoa.    Muito atenciosa, muito delicada, muito dedicada.    Antes de encostar aquela broca assassina já estava perguntando se doía.    E eu, muito cagão que sou, já sentia dor antes mesmo de abrir a boca.    Mas o pior do tratamento já passou.    Dente mortinho da silva.    Agora acho que não deve ter sobrado nem a alma do dente, de tanto que a doutora futucou o dito cujo.

     O lado ruim foi ter que conversar com aquela broca dentro da boca.    Foi praticamente um monólogo, já que eu não conseguia responder nada mesmo.   
Como
é que a gente faz para conversar com o dentista durante o tratamento ?    Só se for usando a linguagem dos surdos e mudos mesmo, porque o máximo que conseguimos é responder um sim, um não, ou um mais ou menos.

     Estou pensando em começar a viver só de sopinha, papinha e alimentos molinhos.    Não quero correr o risco de quebrar mais nenhum dente mastigando boi duro.    Vou aproveitar a dieta das minhas sobrinhas recém nascidas e passar a dividir as refeições com elas.    Tadinhas, vão emagrecer barbaridade.

     Quinta feira pra mim é
como
se fosse quarenta minutos do segundo tempo de uma partida de futebol.    Sexta passa voando. Apesar de ser mais cansativo, quando me dou conta já é hora de ir embora.

     Comecei a malhar, já que não consigo perder peso fazendo dietas.   Vamos ver até onde vai minha força de vontade agora.    A última vez que eu a vi, ela tinha parado para tomar um suquinho junto com meu pulmão no quiosque, enquanto eu tentava correr mais que dez metros sem parar e arfar
como um cachorro sedento..

Escrito por ## willxu ## às 6:39 PM
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Quarta-feira , 25 de Abril de 2007


     Passei um dia em casa por causa da consulta do dentista marcada para hoje de manhã.    E até que foi um dia relativamente calmo.    Dormi um pouco mais.    Tomei café da manhã, que é algo que eu não costumo fazer.    Ajudei em algumas tarefas domésticas.    Levei minha mãe para o médico.    Fui ao dentista.    Fiz algumas compras no supermercado.    Fiz minha aula semanal de tênis.    Almocei, no horário habitual.    E assim o dia passou, rapidinho.

     Durante o dia andei pensando em
como poderíamos viver em um lugar melhor se as pessoas simplesmente respeitassem algumas regras básicas e tivesse um pouquinho de respeito ao próximo.    Não jogar lixo no chão.    Respeitar os sinais de trânsito.    Usar mais palavras como
obrigado e por favor.

     Estou em uma fase zen pelo jeito.    E fases na minha vida são
como
a maré.    Ora estão subindo, ora estão descendo.    No momento devo estar no auge, tamanha a quantidade de idéias que pipocam no meu cérebro a todo instante.

     A consulta no dentista foi relativamente rápida.    A doutora examinou o dente.    Constatou que a tal de fístula regrediu.    Disse que
como
a dor praticamente desapareceu, isso é um bom sinal. ( eu que o diga )    Só restou mesmo a suspeita de fratura na raiz no dente.    Depois de cinco minutinhos de consulta, chegou a conclusão de que não dá pra chegar a conclusão nenhuma.    Vou colocar um bloco temporário, e se no final de um ou dois meses não estiver sentindo mais nada, coloco um bloco fixo.

     A má notícia ficou por conta de um outro dente, do outro lado, que caiu um pedaço da obturação, e por conta desse buraquinho, houve uma infiltração, que significa outro tratamento de canal.    Mais quatrocentos reais e alguns momentos a mais de sofrimento na cadeira do dentista.

     Minha boca está parecendo canteiro de obras da prefeitura.    Está pior que as obras para o panamericano 2007.    Cheio de buraco remendado pra todo lado.    E eu tenho quase certeza que não é por minha culpa.    Escovo os dentes direitinho.    Uso detergente bucal e tudo mais.    O problema é que os remendos que tinhas sido feitos estão todos caindo.    Igual a patrimônio histórico tombado.    Tudo caindo aos pedaços.    Mas pelo menos eu já estou conseguindo comer direito, com todos esses curativos na boca.

     Sábado agora tem uma pescaria de barco marcada para a Ilha da Madeira.    Ainda estou pensando se vou, mas muito provavelmente não vou.    Esse tratamento dentário já me fez gastar o que eu tinha e o que eu ainda não tenho, e isso vai pesar muito na minha decisão.    Além do mais, só de lembrar a sensação de estar dentro de uma coqueteleira me faz desanimar.

Escrito por ## willxu ## às 7:39 PM
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Terça-feira , 24 de Abril de 2007


     E hoje foi um dia quase que perfeito, não fosse o fato de eu ter esquecido uma encomenda na loja.    Já estava quase em casa quando meu tio me avisou pelo nextel.
Pi pi ( sonoplatia do nextel ) _Sinho.
Pi ri ri ( sonoplastia da resposta do nextel ) _ Oi tio.
Pi pi _ Você esqueceu a encomenda do Barbosa ?.
Pi ri ri _ Putz, esqueci !!!

     Olho no relógio.    Vinte para as três da tarde.    A loja fecha as três da tarde, mas eu geralmente venho embora lá pela uma e meia, porque chego duas horas mais cedo para abrir a loja.    Hoje que saí um pouquinho mais tarde porque uma funcionária faltou e eu fiquei fechando o estoque da loja.    Olho para frente.    Faltava pouquinho para eu poder chegar em casa.    Olho pro meu irmão.
_ Dá pra voltar ?
_ Vambora.

     Ainda bem que eu me entendo bem com meu irmão.    Apesar das nossas diferenças a gente tem um respeito mútuo.    Podemos não concordar um com o outro em várias coisas, ( e põe várias coisas nisso ) mas respeitamos o jeito de ser um do outro.

     E para quem não sabe ainda, Sinho é o meu apelido de criança.    É derivado de Wilsinho.    Desde que eu me conheço por gente eu sou chamado de Sinho aqui em casa.   Raramente sou chamado de Wil, muito raramente de Wilsinho, e nunca de Wilson.    Aliás, até hoje eu não entendo porque a gente recebe um nome quando nasce, se praticamente ninguém nos chama pelo nome de batismo.    E quando chamam pode acreditar que a coisa é séria.    Tão séria a ponto de usarem o seu nome verdadeiro.

     Nome é um negócio engraçado.    Eu tenho clientes que eu não sei o nome, mesmo depois de conhecê-los por quase dois anos.    Assim como existem pessoas que até hoje falam o meu nome errado, ( Nilson, Winston, Milton
, etc … ).    Ou simplesmente ignoram o meu nome e me chamam de japonês mesmo.    Mas não ligo.    Já estou tão acostumado que não me dou ao trabalho de ficar corrigindo.    Até porque eu sei que grande parte chama de sacanagem mesmo.

     Ainda falando em nome, por pouco meu nome não é Wilson Tokyo Iwane.    Meu avô por parte de pai que era japonês queria por
Tokyo
no meu nome do meio, mas minha mãe foi contra porque acreditava que as pessoas iriam fazer muita chacota com o nome.    Em parte até que ela tinha razão, mas só o fato de eu ter traços orientais já é motivo para sacanearem.    Acho que no fundo no fundo não ia mudar muito.    Bom pra mim que tenho menos trabalho para escrever o meu nome.

     Fazendo um resumo dos meus apelidos: Sinho, Ursinho, Wil, Wilsinho ( familiares ). Jaspion, Changeman, Picatchu, ( heróis ). Ostra ( de um maluco qualquer que achava que meu cabelo se parecia com uma ostra ). Japonês, Chinês, Coreano ( de quem não consegue distinguir um do outro ). Willxu, Xu, Xuxu ( da era da internet ).

     E amanhã eu não vou trabalhar.    Vou ao dentista para ver se posso fazer uma cirurgia ou terei que arrancar o dente e colocar um pino.    Meio demorado esse tratamento, que aliás, não começou ainda.    Faz mais de uma semana que eu só vou lá para ser examinado.    Já é a terceira pessoa que vai examinar o meu dente para ver o que pode ser feito.    Cada um que olha pede para eu voltar outro dia para outro olhar.    Daqui a pouco todos os dentistas da Ilha já vão ter olhado o meu dente, e nenhum deles vai ter decidido o que fazer.    Se comer não fosse tão prazeroso eu já tinha mandando arrancar tudo e deixar sem mesmo.    Que venha o amanhã então.

Escrito por ## willxu ## às 7:04 PM
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Quinta-feira , 19 de Abril de 2007


     Semana passada resolvemos comer um churrasquinho aqui em casa mesmo.    Só que a bendita carne, que estava na promoção ( mais um motivo pelo qual eu o-dei-o promoções ), estava mais dura que a minha cabeça.    Muitas mordidas e mastigadas depois, terminei o dia com o maxilar dolorido de tanto que eu mastigava, mastigava, mastigava e o negócio nada de triturar.   Pois bem, até aí nada de mais.    Segunda-feira chegou, uma dorzinha de leve no dente lá do fundo que eu imaginava ter machucado a gengiva de tanto que eu mordi a carne.    Lá pela sexta-feira, fui viajar para Curitiba, cidade que eu estou gostando cada vez mais, e o dente continuando a incomodar.    Nada muito grave.    Coisa que um cataflan ou um dorflex resolvia rapidinho.

 

     Só que a coisa desembestou.    Domingo a noite eu já nem aguentava mais dormir de tanto que o dente doía.    A dor era tanta que eu já não sabia se era no dente, na gengiva, na bochecha, no olho, na cabeça ou no cabelo.    O lado direito da minha cabeça doía inteiro.    Liguei para a farmácia lá pela meia noite para pedir um analgésico mais forte, porque o tal do cataflan, que eu já tinha consumido uma cartela inteirinha, já estava parecendo confete de tanto que eu tomava e não surtia efeito.    O moço da farmácia veio me trazer um tal de Algy-Flanderil 600mg, que parece ser um analgésico pós-operatório.    Uma hora depois eu consegui dormir, e quatro horas depois já estava acordando para poder embarcar de volta pro Rio.

 

     Chego no aeroporto e logo no check-in descubro que o Afonso Pena estava interditado para pouso e decolagem devido a falta de visibilidade da pista. Na ida eu já tinha enfrentado um atraso de umas duas horas porque, segundo informações do próprio piloto, a aeronave tinha sofrido alguns problemas mecânicos e teve que ser trocada. Algo muito agradável de se ouvir quando se viaja de avião.

   Aproveitei para terminar de ler um livro que eu comprei durante o atraso da ida.    Gambaru, o poder do esforço e da perseverança, do Claudio Ayabe.    Nem precisa dizer que estou me sentindo um verdadeiro samurai.    Mas não vou entrar em detalhes do livro não.    Estou com preguiça.    O que seria um crime na pratica do bushido que o livro prega

 

     Depois de mais três horas esperando eu consigo embarcar pro Rio.    Cheguei e fui direto pro consultório do dentista.    Chegando lá descubro que estou com uma inflamação perto da raiz do dente, que por um acaso já havia sido tratado do canal.    Resultado, não dava pra mexer.    Tive que tomar antibiótico, antiinflamatório e analgésico até hoje, pra poder fazer uma nova avaliação da situação.

   Hoje fiz a tal avaliação.    E a dentista resolveu que eu vou ter que ser avaliado denovo por outro profissional na próxima semana.    Tô me sentindo um vaso antigo, de tanto que esse povo me avalia.    Pior que ninguém chega a uma conclusão.

 

     Semana passada eu tinha a sensação que estava com um elefante na boca.    Ontem parecia que eu estava com dois elefantes.    Hoje acho que os elefantes se acasalaram e deram cria.    Estou com uma família de elefante na boca.    Pelo menos até a anestesia passar.    Até lá acho que já perdi a lingua de tanto que eu mordo ela.

Escrito por ## willxu ## às 7:00 PM
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Quarta-feira , 18 de Abril de 2007


     Com esse monte de tiro comendo solto na rua fica meio dificil sair de casa aqui no Rio de Janeiro.    Segundo um amigo defensor das noitadas diz: “ Se você não sair você não vive”.    Pois é, mas eu prefiro “não viver” vivo, do que viver morto.

Escrito por ## willxu ## às 5:46 PM
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Terça-feira , 17 de Abril de 2007


     Quanto mais eu vou a Curitiba, menos eu gosto do Rio de Janeiro.    Quer saber porque ?    Vai em Curitiba, depois ao Rio de Janeiro, e depois nós conversamos.

Escrito por ## willxu ## às 4:55 PM
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     O que é uma C.P.I. ?    Segundo eu andei pesquisando, uma C.P.I. é uma investigação conduzida pelo poder legislativo.    Mas para que diabos serve uma C.P.I. ?    Na minha concepção, a única finalidade de uma C.P.I é atrasar as investigações com perguntas imbecis e conclusões óbvias, feitas pelos nossos nobres senadores e deputados, para que os acusados possam arranjar um meio de se safar das acusações.    No final das contas vai ser elaborado um relatório com uma porrada de páginas que ninguém vai ler ( puro desperdício de papel ), chegando a conclusão de que, apesar das evidências, quase sempre escandalosas, nada pode ser provado em definitivo.

     Maneiro né ?

 

Escrito por ## willxu ## às 4:51 PM
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Quinta-feira , 12 de Abril de 2007


     Depois de dois anos longe da família, Severino recebe uma ligação da mulher, que ficou lá na Paraíba, dizendo que está grávida do seu sétimo filho.    Feliz da vida, sai contando para todo mundo que vai ser pai de novo.   Acho que tem horas que não vale a pena estragar a felicidade das pessoas.    É corno, mas está feliz.

Escrito por ## willxu ## às 5:18 PM
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Domingo , 08 de Abril de 2007


Acredito que nenhuma das execuções que realizei
foi capaz de impedir que se cometessem outros assassinatos.
Tudo que a pena capital conseguiu, a meu ver, foi a vingança.

Albert Pierrepoint, carrasco que trabalhou para o governo britânico entre 1932 a 1955.

.

     Eu tenho que concordar com Albert. Durante todos esses anos pesquisando, utilizando e aprimorando das mais diversas técnicas para matar mosquitos, o máximo que eu consegui foi satisfazer por alguns instantes a minha sede de vingança.    Nenhum dos mosquitos que eu matei impediu que outras pessoas fossem picadas por mosquitos até hoje, muito menos mudou a natureza sanguinária desses vermes.    Mesmo assim, vou continuar saciando minha fome de vingança contra esses insetos kamikazes que eu tanto abomino. ( pausa para risada maligna )

 

     No meio disso tudo, o que mais me assusta é o fato de que em uma sociedade que se diz tão religiosa quanto a nossa, o índice de aprovação a pena de morte esteja aumentando, chegando a aproximadamente 55%.    Eu, que não me considero nada religioso, sou contra.    Aquele ditado que diz: Olho por olho, dente por dente me soa um tanto primitivo, e eu não consigo me ver de tanguinha de pele de tigre, com um osso na cabeça, e um tacape na mão, gritando “uga buga morte !!!”, em um julgamento nos dias de hoje.

 

     Talvez um dia minha opinião mude, talvez nunca mude, ou talvez mude parcialmente.    Tudo vai depender das lições que a vida ainda tem reservadas para mim, e do modo como eu vou absorvê-las.

 

Escrito por ## willxu ## às 2:51 PM
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BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, Homem, de 26 a 35 anos
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